25.1.12

Invejinha S.A.

Ultimamente tenho ouvido tanta gente falar sobre  este nobre sentimento esta dita cuja que cada vez que escuto as teorias e filosofias dos mais velhos e sábios da vida que deveriam escrever um livro de boas práticas para pessoas desabilitadas de adquirir durante a vida, sinto que estou escutando um disco muito antigo e totalmente fora de moda, em loop.

É uma história de fulana tá com inveja pra lá, fulano tá com inveja pra cá (Pausa dramática para: "Aihnnnnn ela tá com inveja de você, amiga"...) que não entendo o que acontece no mundo, mas aparentemente as pessoas precisam ser introduzidas a outros sentimentos que decorrem da delicada arte da convivência em sociedade.

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Isto também ajudará as pessoas que possuem um ângulo de visão limitado, claro que não por culpa dela, e sim por culpa do mundo que sabe-se lá porque não entra no refinado campo de visão.

Não colocando a culpa nos outros, é claro. A culpa é sempre nossa pela situação que enfrentamos e precisamos nos situar de um lado da força. O lado dos malvados que xingam muito no twitter ou o lado dos santos ainda não beatificados pelo papa, por estarem em lista de espera.



Já que ninguém tem saco pra tal, farei algumas apresentações, atente aos sentimentos puros e íntegros (como não?) que estamos passíveis de enfrentar pelas pessoas queridas que nos rodeiam:

1 - Nojo.
Exemplo: Sinto nojo ao perceber a falta de caráter da moça.

2 - Desprezo.
Exemplo: Tento negar veemente, porém meu corpo sente desprezo ao avistar a moça.

3 - Culpa
Exemplo: Tenho culpa pela situação que enfrento pois deveria ter colocado limites quando era tempo.

4 -  Gratidão (Por que não?)
Exemplo: Sou grata a todos por terem abrido meus olhos quanto ao caráter desses seres abençoados.

5 - Alívio (sim, amgs)
Exemplo: Me sinto aliviada agora que escrevi este post, pois muitas pessoas entenderão meus sentimentos.

6.7.11

Qual é a qualidade das suas "amizades" se elas foram feitas na base de "forçar a situação"?

Se manca, menina. Se não é pra ser, não será.

Amizade de verdade tá muito acima do que seu braço curto alcança.

Pense nisso.

28.6.11

Todo mundo emagrecendo. Dá até inspiração. Será que rola ainda esse ano?

Vai ter muito aprendizado, posso garantir isso. Principalmente em aprender a filtrar as pessoas com quem anda. Triste.

Tentaremos. Começo já mais não vou estereotipar "regime / dieta" na minha cabeça. não funciona.

E lá vamos nós.

27.6.11

Fim de semana revelador. Precisarei de tempo para entender tudo.

E no final: agradeço a vovó Maria conga pelas sábias palavras.

:)

24.6.11

afogando

É companheiros. Situações ridículas passamos todos, e na hora faz-se um grande 'q' na sua cara pela falta de reação, falta de bom senso do próximo.

Daí que no trampo, estamos eu e a moça em briguinha. Até aí tudo bem, mas eu não comento com ninguém e não preciso de ninguém pra me defender. E a moçoila começou a usar a nova amiguinha, num tipo de bullying corporativo. Será que isso existe ou tou inventando? Qual é a deste fluxo?

Tou trabalhando na escolhinha do professor raimundo?

A que ponto baixo chega uma pessoa que sempre necessitou da sua atenção e agora não tem mais para te prejudicar? E o mais incrível: por que precisa de amiguinha? Vai ver, né? É nessas horas que vamos lá pra trabalhar, e não pra fazer amigos. Não é a empresa em si, ela nunca foi a culpada. São as pessoas, somos eu e você, neste vazio infinito e dolorido do corporativismo.

Espero que ela se foda termine bem e que eu consiga simplesmente ficar no meu cantinho, sem ter que saber da vida da pessoa ou ter que aturar amiguinha não distribuindo um chapeu pra mim. Afinal, me pular pra falar alguma coisa é de tamanha ridicularidade que dá vontade de sei lá, mandar tomar no cu em pleno setor, no calor das impressoras que aquecem seus toners.


7.6.11

Me abraça.

Daí que a reclusão deste blog foi fruto de uma consciência descarada que acabou sendo blindada pelo "pensamento social" de hoje. Estranho isso, nunca na minha vida tive vergonha de dizer certas coisas. Agora, o que presencio é uma sociedade cada vez mais difícil de se fazer amigos, e com a "vergonha" de se dizer algo que possa causar incômodo a alguém que se respeite, por favor, não diga nada.

Pensando nessa linha lembro que os reais amigos foram os feitos a muitos anos. Porra, conheço o cara a praticamente 6 anos... veio ontem na minha mente, mas caralho, 6 anos é muito, muito tempo.

Hoje, existe essa tal vergonha de dizer alguma coisa e se queimar, de todas as formas, perder oportunidades de amigos, perder chances. Parece até que a vida social tornou-se um trâmite em uma grande empresa, em que uma palavra dita errada gera milhares de e-mails encaminhados numa escala praticamente exponencial. Nada mais é linear hoje em dia, graças a deus (ou não). Tudo te queima ou tudo te promove. Pensando nisso enquanto espero a chance de ganhar mais amigos, daqueles de verdade, que compartilham a vodka, sei lá.

Enquanto isso, com os follows e unfollows diários do twitter, vejo que tá tudo meio vago, tudo meio caindo. Não entendo que sensação é essa de que a cada tuíte posso estar ofendendo, perdendo uma possível amizado, levando unfollow de uma pessoa que nem me conhece mas por alguma coisa doentia da minha cabeça eu adoro. Porque eu sou assim, nem te conheço, só te vi uma vez, nunca te dei abraço mas te adoro, seu lindo, sua linda. Agora me abraça.


21.4.11

Criança

Mãe chega com um monte de sacola de compras.

- Trouxe algum doce?

- Não.

- Então, o que é isso?

- Isso é caro.

(quase voando no pescoço dela de raiva por não ter trazido doce...)

-Não, mãe. Você é besta? Não quero saber quanto custa.

- Não, filha, ISSO É KARO.

*poker face*

10.4.11

Pensando em te reviver, meu querido blog. Pensando em você, nessa época de páscoa, sei lá, meio romântico-brega. Como Cristo voltou no 3o dia, José Alencar praticamente vai e volta todos os dias, e eu, essa coisa que morre um pouco nos dias pares pra voltar nos ímpares.

Metamorfoses, meu caro. Não são especialidades somente das borboletas e dos transexuais.

3.4.10

Metamorfose Ambulante
Raul Seixas
Composição: Raul Seixas

Prefiro ser
Essa metamorfose ambulante
Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante

Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo

Eu quero dizer
Agora, o oposto do que eu disse antes
Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante

Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo

Sobre o que é o amor
Sobre o que eu nem sei quem sou

Se hoje eu sou estrela
Amanhã já se apagou
Se hoje eu te odeio
Amanhã lhe tenho amor

Lhe tenho amor
Lhe tenho horror
Lhe faço amor
Eu sou um ator

É chato chegar
A um objetivo num instante
Eu quero viver
Nessa metamorfose ambulante

Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo

Sobre o que é o amor
Sobre o que eu nem sei quem sou

Se hoje eu sou estrela
Amanhã já se apagou
Se hoje eu te odeio
Amanhã lhe tenho amor

Lhe tenho amor
Lhe tenho horror
Lhe faço amor
Eu sou um ator

Eu vou lhe dizer
Aquilo tudo que eu lhe disse antes
Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante

Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo

26.3.10

Torta de Frango da Ari


Jogue no liguidificador:

Ingredientes
4 ovos
1 xic chá de leite
1 xic chá de maisena
1 xic de água
1 xic de óleo (coloque sempre "um pouco menos")
2 xic chá de farinha de trigo
*opcional* 1 cebola pequena cortada em pedaços pra dar um gosto na massa.

Bata tudo até ficar uma massa homogênea. Em seguida, coloque 1 colher de sopa de fermento e bata novamente. (O fermento sempre fica pro final).

Recheio
Frango desfiado com qualquer coisa! Vale refogar com: tomate, cebola, presunto, queijo, alho, milho ervilha, batata, linguiça. Qualquer coisa. Colocar sal e pimenta pra temperar. Ninguém merece frango sem tempero.

Pré-aquecer o forno.
Deixe o forno ligado sem nada dentro por uns 10 minutos, e só. Faça isso enquanto tá batendo a massa, ou refogando o frango. Sei lá! ;P

Jogue metade da massa numa forma untada. Jogue o recheio bem espalhado (coloque mais nas bordas, pq ninguém gosta das bordas e só vc saberá que lá tem mais recheio... =P), e por cima o resto da massa. E ponha pra assar por uma meia hora em fogo médio. Depende do seu forno. O meu é muito forte, então meia hora já dá pra quase queimar a torta.

Tire do forno, deixe esfriar um pouco. Corte, coloque na boca, mastigue.

Bom apetite! \o/